Sim, eles estão fechados numa caixa em forma de circlo. Da maneira que eu estou fechada numa caixa gigante quadrada que me abafa as ideias, que me limita o voo e que não te apaga da minha memória. Deixo-os naquele circlo para girarem sem parar. E quando eu quiser abrir, eles saiem de lá vivos de se realizar. Sei que pode ser impossível, mas eu acredito sempre no impossível. O impossível é igual à esperança, estou sempre à espera dela. Às vezes, recuso-me acreditar que não vai acontecer. E recuso-me pensar que já não vais aparecer.
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