Latentemente evocas a tua cobardia. Frustação, inveja é o que ditas todos os dias. Somos pessoas sem rosto? Suponho que não. Queres esconder o teu? Força! Mas assim sendo, estás a mostrá-lo na mesma. És um que dividiu a doença por dois. Agora são dois rostos escondidos, duas cabeças que carregam no mesmo. Já chega de mandares pedras à minha janela, monstro de duas cabeças. Já partiste uma vez. E, não vou abrir.
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