quinta-feira, 29 de abril de 2010

Levaram-te de mim...

Tantas lágrimas, tantos gritos de choro. Os meus olhos. Mal consigo abrir os meus olhos.
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Invadiram o meu canto, a minha pequena casa. Mexeram nas minhas coisas e levaram-nas. Odeio isto com toda a minha raiva.
A culpa é tua, Oh Mister alguém. Só pode. Levaram-te de mim, a minha precisosidade. Aquilo que mais me custou. A minha máquina fotográfica. Tenho demasiado carinho e sentimentalismo por coisas sem vida própria ou coisas que não são humanas. Com isto, ela já tinha um ano de histórias de aventuras de momentos de sessões nunca mais revividas.
Muitos seres humanos não deviam ter direito à vida, por destróirem o bem- estar e a segurança de outros. Quero sair deste mundo cada vez mais feio, podre, com pessoas sem nível que tiram o “chupa-chupa da boca de uma criança”, sem mais nem menos. Revoltada mais do que nunca.
Se um dia voltarem a entrar sem bater à porta, apanho-vos e faço-vos lamber a merda toda que fazem e vão para o xadrez de seguida apodrecer.
verídica.

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