quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Como estou a perder tempo, sem ser nada, sem fazer nada.
Queria um gato, um cão, um pão de forma à porta. Uma casa antiga espalhada de desenhos, fotografias, vida e repleta de conversas sobre nada, partilhá-la com os amigos. Com cheirinho a café e cigarros mal apagados junto à janela. Saídas depois do jantar que tanto gosto e voltar.
Não parar. Fotografar momentos, as fases artísticas e brincadeiras. A felicidade, a tristeza, os sorrisos, os rostos.
Queria viver como um verdadeiro jovem.

2 comentários:

xXx P!nkuNeko xXx disse...

grande texto, identifico-me plenamente

sara disse...

marca um dia, no calendario.
um dia em que nada esteja destinado a ser feito, um dia que pegues no teu pao de forma (mesmo nao sendo) e vás ate onde for preciso enquanto enquanto andar...
talvez assim sintas a juventude... sem destino, ou com destino mas nada mais agendado...