sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ainda bem que está a chover. Assim, sempre posso culpar a chuva por não poder sentar-me no jardim, sentar-me na ponte, sentar-me na praia, sentar-me no quadrado e pedir um café, de ir ao cinema e ver filmes estranhos, fazer passeios sem destino, cantar, falar, escrever, sonhar e por não poder estar mais contigo.
Se começar a fazer sol...hum aí já não sei o que culpar para me fazer sentir bem, porque não posso estar contigo. E mais ninguém faz isto ou não é a mesma coisa.
Ora, ditaram o epílogo da nossa própria peça.

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