Do lado de cá. Colados ao banco. Mas como aquilo é possível? Só podia a ser filme.
Sinfonia do mastigar, pipocas que pareciam ferver na sala.
Rir, chorar e meio termo.
Depois de tanta confusão e feitos quase impossíveis num só ecrã no fim houve:
Demonstrações de emoções, soltar de um “UHUH” bem alto à saída da sala de cinema e toda a gente a olhar. Um tremor de terra e um barrulho de destruíção ao descer as escadas provocado por ele, logo dentro do espírito do filme.
Conclusão, da saída do cinema até casa a emoção era só uma, rir e rir à gargalhada até a barriga não aguentar e sem conseguir andar e respirar. Tudo culpa de uma emoção exagerada de uma pessoa que ainda por cima estava comigo.
2012
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