
Hoje eu vi o teu rosto mentiroso, como escrito na mão, “mentes tão bem”. Diz mentiras, diz mentiras, diz mentiras, eu fingo que acredito e que está tudo bem. Digo adeus e até amanhã. E a cena repete. Este jogo é interessante. Verdade ou mentira? Não peço muito, só a verdade. Custa muito? Algemado de medo é o que parece ser. Sou insignificante quando estamos com outros. Não percebo, não percebes, não percebem. Sou te inconhecível mesmo depois de algum tempo de convívio, continuo a ser fora de contexto. Deixa-me dar-te um pouco deste veneno cura. Não faço isto por ti, mas por mim. Para me sentir bem.
1 comentário:
Deixas-me sem palavras perante os teus testos ^u^ priceless
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