Há uma sombra apenas atrás de mim, envolvendo-me cada vez que eu respiro. Respiro, estou viva mesmo que os sinais pareçam dizer o contrário. Não consigo libertar-me não quero parar. Uma luz vinda daquele buraco, obscura luz do dia que deixa uma florescência fria, é dificil ver-te nessa luz e eu aqui, não te posso alcançar. Espera por mim, deixa brilhar. 10000 dias no fogo era o suficiente, estufa fria não aguento. É hora de me trazeres para casa, a porta está aberta. Leva-me! Shit! Sangue nas mãos, o que é isto? Algum tipo de (in)Sanidade temporária? Não me parece ser da minha cabeça. Não quero brincar mais a este jogo, estou a perder o controlo. Paredes escritas com sangue, desculpa não fui eu, não sei como isto foi acontecer.
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